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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A HORA DA VERDADE II

Em sua página pessoal na rede social facebook o ex-secretário de educação Francejane Magalhães desabafou e relatou a pressão vivida por ele no governo do 10zão. Leia abaixo:



Na Educação os problemas iniciaram quando a secretaria de obras apresentou a fatura de reforma de escolas, inicialmente sem planilhas e com o amadorismo que caracterizava a pasta, não concordei em autorizar o pagamento, então montaram as planilhas na base da ficção não concordei em autorizar o pagamento, então entrou em ação a competência administrativa, pressão para lá, pressão para cá, tudo muito parecido com a música do 43, então com autorização por escrito da competência administrativa foi efetuado o pagamento, que não foi aquele valor divulgado no áudio , em seguida a secretaria de obras se apropriou do PAR e sem a participação do gestor da Educação montou o projeto de polarização das escolas da zona rural, uma verdadeira obra prima vinte escolas com 12 salas com capacidade para vinte mil alunos, porém esqueceram que a zona rural possui apenas seis mil, e o município como um todo dezoito mil. 


Quando vi a obra prima no SIMEC, fiz criticas porque estava um absurdo e o responsável perante o MEC é o secretário de Educação, então as criticas não foram bem aceitas mas o projeto mudou. no final do ano letivo após encerrar as aulas a merenda escolar apresentou um saldo referente aos repasses para a merenda do programa mais educação, como o programa não funcionou em 2013 necessariamente a merenda precisava ser reprogramada para 2014. Somente assim as escolar que participarão do programa poderão contar com merenda para oferecer aos alunos. 


Apesar de ter sido informada do fato a competência administrativa queria usar o dinheiro da merenda, não concordei então enviou emissários não concordei, tentou usar o conselho do PNAE não concordei e expliquei aos conselheiros o motivo. Então surgiu a fúria administrativa e para provar quem é que manda passou por cima das determinações do FUNDEB, da lei de responsabilidade fiscal por cima do secretário e em cumplicidade com o banco do Brasil efetuou 14 transferências da conta do FEB sem a assinatura eletrônica do secretário, que se encontrava viajando. 


Para surpresa maior estando viajando o secretário o computador cadastrado para secretaria não foi usado e nos comprovantes aparece a chave de segurança do secretário, argumentei que houve violação do sigilo bancário da secretaria de educação e estou aguardando por escrito do banco uma explicação, ou melhor, estava agora isso só com a intervenção da justiça. 


Tudo isso aumentou a fúria administrativa que passou a reunir os servidores da Educação e a partir desse momento surgiram os áudios. Então a fúria administrativa não ouviu mais a competência administrativa o dialogo que era pouco desapareceu e então chegou o fim. 


Diferente da dupla dos áudios bombásticos posso provar tudo o que escrevi, é só dizer o lugar e a hora.

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