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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Mais um grande desserviço da Competência Administrativa, sempre à serviço da arrogância e da prepotência



Existindo "procedimentos" intencionais enraizados profundamente na administração pública municipal, e de difícil erradicação, esperava-se que o NOVO governante fizesse o que era preciso ser feito para que o cidadão deixasse de ser lesado, maltratado e/ou desprezados pelos que trabalham no governo, se é que pretendia mesmo usar da transparência e seriedade na gestão pública.

Um dos mais nocivos tratamentos que a população recebe da Administração Pública é a arrogância, a prepotência e o pouco caso dos que a representam, (cuja "ocorrência" pode ser tratada judicialmente) procurando expor o responsável por declaração que vá contra os interesses da prefeita à humilhação pública, e outros casos que setores do governo tem procurado abafar para não chegar ao conhecimento da opinião pública.


As palavras ditas pela prefeita Belezinha em entrevista insinuando que uma jovem seria desocupada e estaria mentido ao utilizar a tribuna da Câmara para denunciar maus tratos por parte de uma funcionária do HAPA, renderam chacotas e piadas lançadas diariamente contra essa moça, como se ela já não tivesse enfrentado humilhações e sofrido o suficiente.  


O pior defeito do atual governo é não ouvir os clamores do povo que pede dia e noite: RESPEITO!




Quem ousar tentar interpretar atentamente, palavra por palavra, o discurso da prefeita, vai perceber com facilidade seu altíssimo grau de hipocrisia, quando infelizmente, ela demonstra um discurso com firme desprezo às causas sociais emergentes e o convicto entendimento de que as revindicações por abono, salários em dia (não há um atraso legal, mas um atraso moral) e com data definida, obras e melhorias estruturais principalmente na área da saúde não dizem respeito ao seu governo, porque, nele, na opinião dela, Chapadinha teve transformação social, inclusive as pessoas estão sendo bem atendidas no único hospital público (que atende nossa cidade e adjacências) e vivendo melhor, fatos, aliás, contraditórios quando se compara a realidade.


O povo, que paga carga tributária altíssima, não vê esse recurso sendo revestido para melhoria da qualidade de vida, mas fica evidenciada a péssima administração dos recursos lançado em meio ao processo de aliciamento dos partidos aliados, com o inescrupuloso e indigno fisiologismo caracterizado pela entrega dos órgãos e das empresas públicas aos partidos e vereadores da base aliada ao governo, em indecente troca de apoio, tudo pela perpetuação no poder.


Ela também não fez menção às questões suscitadas pela sociedade, que precisam ser solucionadas com a máxima urgência, em especial quanto à moralização do governo; à eficiência da máquina pública, com o seu enxugamento; à priorização das políticas públicas; às reformas estruturais etc., por terem reflexo direto na economicidade da aplicação dos recursos públicos e estarem atrelados ao exclusivo atendimento do interesse público, que não poderiam ficar à margem da elevada avaliação da prefeita.


Esse fato equivale à confirmação da continuidade da promíscua e má gestão do dinheiro do povo, que não terá o devido regramento nos fins públicos, em evidente demonstração de afronta aos preceitos da administração pública.


A sociedade repugna a forma nitidamente ineficiente, imprudente, incompetente e ilegítima como a cidade vem sendo administrada e exige que os recursos públicos sejam aplicados na estrita observância aos princípios da administração pública, conforme os preceitos da ética, moralidade, legalidade, probidade, economicidade e transparência, como forma de satisfazer aos ditames constitucionais e legais, em harmonia com o interesse daquele que infelizmente só tem valor para os políticos em época de eleição: O povo!


Acorda, Chapadinha!





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