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terça-feira, 23 de abril de 2013

"QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER"!


GREVE DE PROFESSORES 22,23 e 24 de Abril.
CONVIDAMOS A SOCIEDADE A SE UNIR AO SINDCHAP E PARTICIPAR.


Reivindicamos a melhoria da qualidade da Educação, e quando há um professor valorizado e o governo garante estrutura nas escolar para que o professor possa realizar seu trabalho com dignidade, ganha não só o professor, mas o município também. 

Agradecemos a todos que foram as ruas mostrar sua cara e sua coragem por essa luta que além de legal é digna e justa!

Enfatizamos o apoio e a presença dos vereadores: Missicley, Manin, Eduardo Sá e Lívia Saraiva. O Presidente da Câmara Nonato Baleco não esteve presente, mas já manifestou seu apoio a categoria em outros momentos.


Pauta Municipal
Os professores municipais param as atividades por 3 dias e cobram da prefeitura o cumprimento da lei da redução da carga horária, pagamento de abono referente às sobras do FUNDEB e remuneração de horas trabalhadas a mais do que o estabelecido na Lei Federal nº 11.738.


Estado em Greve por Tempo Indeterminado
Os educadores da rede estadual já definiram que a greve segue por tempo indeterminado, depois dos 3 dias de manifestações nacionais. A pauta de reinvindicações estadual exige a correção do piso salarial da categoria, efetivação das progressões, promoções e titulações, nomeação de excedentes e realização de concurso público.


Negociações
A Assembleia Legislativa realizou, na manhã desta segunda-feira (22), uma audiência pública entre representantes do governo do Estado e de professores da rede de ensino para tratar de questões relativas ao Estatuto do Educador e do indicativo de greve por tempo indeterminado. A audiência foi coordenada pelo presidente da Comissão de Administração Pública, Seguridade Social e Relações de Trabalho, deputado Othelino Neto (PPS), autor do requerimento, que mediou as discussões. As negociações continuam, mas a adesão à paralisação nacional, nesta terça-feira (23) e a greve por tempo indeterminado estão mantidas.



Adesão Nas escolas da rede estadual a paralisação é total, no município apenas os professores contratados (sem estabilidade) estão em seus postos de trabalho.

Com a contribuição de: Blog do Alexandre.




































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